Cinema na Mangueirosa

Dedicado aos que amam cinema. A música também pintará por aqui, sobretudo Rock n Roll.

25/5/08

Across the High School Musical

Acho que estou ficando rabugento demais ou ultimamente ando muito preocupado se meu suco de caju vai ficar geladinho. A única coisa em que conseguia pensar ao ver a obra “Across the Universe” era em filmes como “Footloose” e “Embalos de Sábado à Noite” e no projeto para crianças “High School Musical”. Pensava nos dois primeiros com um grande carinho, com sentimento de um amor perdido. A estrutura calhorda da obra dirigida pela cineasta Julie Taymor é tão vazia, vil, nociva e suja, que faz com que o filme estrelado pelo então jovenzinho Kevin Bacon figure entre os melhores filmes musicais - ou filmes sobre música, ou cine-biografia musical, ou filmes sobre grupos musicais, ou filmes de cantores - de todos os tempos. Não interessa o rótulo. Quando a “canção” é desafinada tudo vira tagarelice de fofoqueira.

“The Doors”, “Sid e Nancy- O Amor Mata”, “Magical Mystery Tour”, “Help”, “Hair”, “Across The Universe” e “Tommy” são filmes melhores quando não vistos. A diferença entre “Across the Universe” e os outros é simples, ele não tenta ser nada, enquanto os outros, pelo menos, tentam. Em "Across  the Universe" não há uma narrativa, não há uma construção dramática, não há unidades fincadas no terreno fílmico. A obra não tem compromisso em caminhar para nenhum lugar. Nem para o caminho de um musical, gênero que supostamente  adota. Pois até em musical a câmera rege a alma do filme. Nem com vídeo clip há uma sintonia, pois até nesta ‘fração’ existe uma gota de honestidade para com suas musiquetas.

Contracultura, Jimi Hendrix, Janis Joplin, sobrou até pro coitado do Joe Cocker. Diálogos que usam pedaços de canções, imagens pinturescas, cores “vibrantes”, superposições em cima de superposições em cima de superposições. Ufa!. Fica difícil escolher a seqüência mais espúria, qual o artifício mais indolente. E eu pensava que “High School Musical” era a coisa mais nojenta que o musical atual podia oferecer. Vida longa ao grupo produzido pela “Disney Channel”. “Together, together, together, everyone!
Together, together, come on, lets have some fun!

criado por marklewis    12:06 — Arquivado em: Sem categoria

43 Comentários »

  1. Comentário por Fernando Carvalho — 26 26UTC maio 26UTC 2008 @ 0:05

    huhauhuahua!! Tu esqueceu de citar a versão black de o Mágico de Oz, feito pelo Michael Jackson, essa dá saudade perto de um High School of the Universe. É meio triste quando o público pra gostar de um filme tenha ainda que ter a apostila na tela, que venha o Sangue Negro.

  2. Comentário por Brunelle — 26 26UTC maio 26UTC 2008 @ 10:56

    Filminho pútrido!

  3. Comentário por Márcio Per. — 26 26UTC maio 26UTC 2008 @ 16:27

    Saudações seu Aerton…Achei o filme com as músicas dos Beatles até legal - Vi ele quando passou no estação. Mas quem sou eu para discutir com um profundo conhecedor dos rapazes de liverpool e sa sétima arte. hehe. Saravá rabugento. hehe. ABRAÇÃO..SAUDADES DA UFRA..

  4. Comentário por Aerton Martins — 26 26UTC maio 26UTC 2008 @ 18:59

    Fernando, Brunelle e Márcio…

    “Across the Hell”. Ver “Across the Universe” é sentir o inferno em sua alma. Uma viagem que nunca mais quero fazer.

  5. Comentário por Breno — 27 27UTC maio 27UTC 2008 @ 13:05

    Relaxa, mano. Não deixe o espírito adorniano dominar-te. rs

  6. Comentário por Aerton Martins — 27 27UTC maio 27UTC 2008 @ 22:26

    Breno, o espírito de Theodor Adorno passa longe de incorporar meu corpo. Será que ele curtiria o álbum “Evolucion”, do Menudo? O buraco é mais embaixo, meu caro. “Persecución…”…rs.

    Abração, mano.

  7. Comentário por Miguel Haoni — 28 28UTC maio 28UTC 2008 @ 15:33

    No dia que eu vi este filme, pensei: “Isso não vale o que o gato enterra”.
    Não pretendo me alongar muito falando dessa atrocidade aos Beatles e ao cinema (um filme infantil feito por pessoas que DEFINITIVAMENTE não gostam de rock e não tem o mínimo senso do mal-gosto estético), basta dizer que se não fosse a grana preta que entrou depois do sucesso absurdo deste filme em Belém, filmes como Sangue Negro não estariam sendo exibidos.
    Por essa perspetiva Across the Universe vale SIM. E muito.

  8. Comentário por Aerton Martins — 28 28UTC maio 28UTC 2008 @ 20:27

    Miguel, aí seria melhor tu meteres uma bala na minha cabeça. Quer dizer que toda ‘obra’ que der uma grana extra aos cofres do governo será um filme abençoado? Essa grana que entra não se confunde com o orçamento de cada espaço. Tudo vai pro bolso recheado do governo. Alguém se propõe a derrubar o que eu disse? Não é um desafio. Apenas queremos esclarecimentos. Seria interessantíssimo para o público paraense saber o que realmente acontece.

  9. Comentário por Rachel — 29 29UTC maio 29UTC 2008 @ 16:00

    Quanto ao High School Musical concordo plenamente. Agora, quanto a Across the Universe, eu hein, quanto mal-humor… Isso é o que dá levar cinema a sério demais. O lema de um exbidor comercial ja extinto em nossa cidade não era “Cinema é a maior diversão”? Agora tu e o resto da APJCC já estão ficando iguais ao pessoal da APCC: um bando de velhinhos chatos que sempre quando podem soltam as ja manjadas expressões: “não é mais como antigamente…” Pois não é e nunca vai ser. Se deixem levar algumas vezes pela diversão… Falam do mal de filmes como Across the Universe mas tá aí o filme que encheu o cine estação. Agora vai dizer que o povo é burro? Já imagino a cena: a sua coluna de natal do um jornal de grande circulação na cidade, vc metendo o pau nos filmes em cartaz e relembrando filmes como The Beyond e algum outro do Sam Fuller se lamentando por não fazerem mais obras como essas… Procurem se divertir só um pouquinho tá? Ou então procure não estragar a diversão dos outros. Beijinhos…

  10. Comentário por Aerton Martins — 29 29UTC maio 29UTC 2008 @ 19:22

    Cara Rachel,

    Levo o cinema a sério, não sei se a ’sério demais’, como você diz. É uma arte que deve ser respeitada como qualquer outra. Nunca você vai ler frases minhas como: “o povo é burro”. Se leu, me mostre onde. Apenas expressei o que senti ao ver a obra em questão. Se existe uma coisa da qual o Mark adora é de diversão. E muita! Adoro “Karatê Kid’. Semana passada só não fui ver o filme “O Último Dragão”, pois me aconteceu um imprevisto. Nunca estraguei a diversão de ninguém. Quando estou na ‘casa’ dos outros, fico quieto, mas quando estou na minha acho que posso bagunçar um pouquinho. Tenho amigos do peito que amaram o filme mas nem por isso vou deixar de tecer meu comentário desfavorável. Questão de lealdade para com a minha pessoa. Todo cinéfilo fica emocionado ao ver uma sala lotada, tomada, e com “Across The Universe” não foi diferente. Fiquei contente, pode ter certeza disso! Tentarei ser menos rabugento, Rachel, vai ser difícil mas vou.

    Beijocas. Apareça sempre.

  11. Comentário por Breno — 30 30UTC maio 30UTC 2008 @ 1:49

    Lá vamos nós novamente discutir o público e a exibição de filmes.

    Eu ainda não vi “Across the Universe”, mas concordo com o Miguel, Mark: “basta dizer que se não fosse a grana preta que entrou depois do sucesso absurdo deste filme em Belém, filmes como Sangue Negro não estariam sendo exibidos. Por essa perspectiva Across the Universe vale SIM. E muito.”

    Acho que foste equivocado ao interpretar o Miguel. Não conheço como tu os meandros de como funciona a arrecadação das sessões, neste caso do Cine Estação, mas pelo que tu mesmo explicaste em um comentário abaixo, bastaria eu trocar o governo pelos conglomerados de mídia (os estúdios de Hollywood) que cairíamos no mesmo sistema de estúdios do cinema americano.

    Posso trocar por “sabes muito bem que a grana arrecadada pelos estúdios não se confunde com o orçamento de cada filme, tudo vai para o bolso recheado dos empresários”. E o bolso recheado deles, o governo, dá liberdade ao programador (no cinema, os diretores e produtores fazerem os filmes “independentes”) a propor a exibição de filmes como “Sangue Negro” – duvido que se o Cine Estação estivesse ruim de público filmes como estes teriam chance de passar.

    É preciso filmes como “Across The Universe” – como os blockbusters no cinema americano financiam a indústria– para financiar e dar a oportunidade de diversificação, como passar “Sangue Negro” no espaço. Pelo que percebi o Cine Estação é um espaço diferente, não vai viver só de filmes alternativos, não é a Maldita e nem cineclube. O cinema comercial financia toda a indústria do cinema, isso é um fato. Não é o meu gosto estético que vai mudar isso.

    Esclareça isso, Mark, porque eu interpretei dessa forma, posso estar errado neste caso.

  12. Comentário por Aerton Martins — 30 30UTC maio 30UTC 2008 @ 11:44

    Sabe o que é mais engraçado, o Mark apenas deu sua opinião sobre a obra “Across the Universe” e vocês lançaram esse olhar. O Miguel está errado em falar isso? Não. Tudo que você fala sobre a indústria ninguém discorda. Sabemos. Meu texto não fala sobre questões de orçamento, de dinheiro que entra. Apenas dei minha opinião sobre o filme. Por isso que pedi que alguém estudado sobre o assunto viesse explicar como funciona esse processo de arrecadação. Precisamos disso. Alguém que comanda o Cine-Estação, ou qualquer pessoa que comanda outro espaço de Belém deveria esclarecer. Não é porque todo filme que dá uma grana para qualquer espaço que seja que o Mark vai ter que ficar bajulando. A questão é apenas essa. Passa por uma pilar pessoal, minha essência. “Sangue Negro” veio mais pela grana ou veio mais pela luta por parte dos exibidores? O Mark aposta na segunda opção. Se não, que alguém inserido no processo venha esclarecer. O espaço tem um orçamento definido. Se o dinheiro entra, vindo da bilheteria de um filme que lotou como o “Across The Universe”, vocês acham que essa grana entra no orçamento seguinte, aumentando a verba e as possibilidades de mais filmes chegarem a mangueirosa? A questão é saber, Breno, se o bolso recheado do governo efetivamente libera essa verba extra – de um filme que arrecadou muito- fazendo com que o cinema ganhe mais força, pois isso seria o natural. Pois, em tese, o dinheiro é do CINEMA. Isso é que o público tem o direito de saber e o os espaços exibidores deveriam falar. O buraco é muito mais embaixo. Muito mesmo. Com relação à cultura, e, sobretudo com a sétima-arte, temos que ficar de olhos bem abertos com nossa querida cidade.

  13. Comentário por Aerton Martins — 30 30UTC maio 30UTC 2008 @ 12:08

    Desde o começo do ano o Cine- Estação começava suas atividades apenas no fim do mês. O espaço era ‘desperdiçado’. No começo de maio a coisa mudou de figura, as atividades começaram no começo do mês, e no fim do mês ainda tivemos mais filmes. Qual o filme que deu tanta grana para que isso acontecesse? “Across the Universe” chegou depois. Por que só agora essa mudança? Aí deve implicar a força de vontade e outras forças que não sabemos e que precisamos urgentemente saber.

  14. Comentário por Breno — 30 30UTC maio 30UTC 2008 @ 12:54

    Isso só os exibidores podem esclarecer.

  15. Comentário por Miguel Haoni — 30 30UTC maio 30UTC 2008 @ 15:17

    “esse filme vale SIM. E muito!” é realmente uma expressão muio forte, mesmo que sob essa perspectiva a qual me refiro. acredito que o incentivo e a aceitação do público é fundamental para o andamento do bom trabalho que as salas do Estado estão fazendo e acho que isso tem a ver com a grana também. Me alegrou muito o sucesso absurdo de Piaf que é um filmaço, mas me alegrou muito pouco o sucesso três vezes maior de Across the Universe (que me lembra o sucesso de Dan Brown, Duas Caras e Pitty),porém, com o dinheiro no bolso o exibidor pode arriscar mais , experimentar mais e mostrando resultados como o de Across the Universe, o Cine Estação ganha respaldo na máquina do Estado e pode conseguir mais incentivos para trazer uma programação (realmente) boa.

    Quanto aos comentários da Rachel em relação à APJCC eu só posso dizer que nós nunca procuramos estragar a diversão de ninguém. Eu acho.

  16. Comentário por Breno — 30 30UTC maio 30UTC 2008 @ 16:11

    Eu também acho isso, Miguel: “com o dinheiro no bolso o exibidor pode arriscar mais , experimentar mais e mostrando resultados como o de Across the Universe, o Cine Estação ganha respaldo na máquina do Estado e pode conseguir mais incentivos para trazer uma programação (realmente) boa.” Por isso que fiz a comaparação com o sistema de estúdios. E no caso no Cine Estação a diversificação parece válida.

    Niguém quer acabar com a diversão de ninguém, Rachel. Para isso já existem vários espaços que o slogan é “O Cinema é maior diversão”, como os Moviecoms, Severianos e Cinemarks da vida, até o Cine Estação. O interessante é diversificar, dar a chance de conhecer outros filmes que não tem espaço.

  17. Comentário por Aerton Martins — 30 30UTC maio 30UTC 2008 @ 18:17

    Resta saber se a ‘máquina do estado’ se encantará somente com a ‘lotação’ das sessões. Pois já vimos novelas parecidas. Mas Belém está tropeçando menos ultimamente. E nem conto com o dinheiro que o Cine-Estação vai abocanhar junto com mais oito estados, um total de 24, 5 milhões para ser dividido entre os estados abençoados pelo ‘Projeto da OiÂ’. Pelo prometido, o espaço tem tudo para se igualar aos espaços do sudeste: filmes de Cannes, filmes de diversos festivais da Europa, diretores brasileiros batendo papo com o público paraense. Sei que o processo demora, mas já estou cobrando para não perder o costume. Torço pela expansão do espaço, em todos os sentidos.

  18. Comentário por Rachel — 30 30UTC maio 30UTC 2008 @ 23:30

    Mark: adorei a tua resposta! E lendo-a tu nem pareces ser tão rabugento assim sabia? Sei la, acho que pelo fato de eu ter gostado de Across the Universe e tb a maioria das pessoas que eu conheço gostaram, ver uma opinião contrária (e tão rispida!) acabou me deixando um pouco surpresa… Se tem uma coisa que eu não gosto é de pessoas metidas a intelectuais que filosafam sobre tudo sem chegar a lugar nenhum… Mas tu não és assim, tu és legal!!!

    Miguel: eu tenho certeza que o pessoal da APJCC não procura estragar a diversão de ninguem, mas muitas vezes, conseguem isso…

    Breno: vc tem razão, tem que diversficar! sendo assim, onde estão 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias, Control, Rolling Stones: Shine a Light, 5 Frações de Uma Quase Historia e etc? Tudo começa devagar com Sangue Negro e Falsa Loura. Mas ainda é pouco perto que os nossos exibidores (principalmente do circuito alternativo, pq do comercial, eu não espero mais nada…) são capazes de realizar. Obs: não estou reclamando, mas como diz o ditado: dá a mão, quer logo o braço e tudo mais… Mas eu acredito!!!
    Beijos para todos vcs…

  19. Comentário por Paulo Marcelo — 31 31UTC maio 31UTC 2008 @ 8:20

    Apesar do meu post sobre a trilha desse filme ter sido realizada somente no dia 29/05, eu juro que foi coincidência. Pelo que eu to vendo aqui a discussão tá quente, imagina se aqueles que gostaram da trilha fraquíssima desse filme lerem o que eu postei .

  20. Comentário por Aerton Martins — 31 31UTC maio 31UTC 2008 @ 10:23

    Rachel,

    O Mark é tranqüilo que só você vendo. Acho que o povo do Cine-Estação anda fazendo uma força para, quem sabe, trazer alguns dos filmes que você citou. Mas quanto mais pessoas fizerem isso que você fez, cobrar, pois é um direito nosso, mais os exibidores vão perceber que o público está clamando por mais movimentação.

    Abraços.

  21. Comentário por Miguel Haoni — 31 31UTC maio 31UTC 2008 @ 12:40

    “eu tenho certeza que o pessoal da APJCC não procura estragar a diversão de ninguem, mas muitas vezes, conseguem isso…”

    Rachel, eu REALMENTE preciso saber disso. Gostaria que você me esclarecesse. Acho que criticando tu podes ajudar muito e espero que ajude.
    Beijones!

  22. Comentário por Mateus — 31 31UTC maio 31UTC 2008 @ 12:50

    Ainda não vi o filme, só ouvi (meu irmão na sala enquanto eu fazia panquecas).. fiquei triste com as versões, me disseram que as imagens são piores (High School musical dos Beatles foi a expressão mais frequente que ouvi).. tendo discutido isso com meus amigos cheguei à conclusões até estranhas, tipo: acho importante um filme que tá passando músicas dos Beatles lotar em Belém do Pará na Amazônia.. isso mostra que 40 anos depois do white album os Beatles ainda são mais pops que Jesus (como disse o John), e pode ser que vários adolescentes conheçam os Beatles e vão atrás da discografia por causa do filme e daqui há 2 anos achem o filme uma bosta mas por causa dele foram atrás,etc… Gostei muito Mark, da sua defesa do Cinema enquanto arte.. lembro das nossas discussões mais fortes, justamente sobre o tema favorito do Breno: cinema & indústria (ou como ele insiste: cinema É indústria). Mas to escrevendo um texto sobre isso e não vou entrar nesse assunto aqui =).. questões delicadas.. abraços.

  23. Comentário por Aerton Martins — 31 31UTC maio 31UTC 2008 @ 15:48

    Mateus,

    Que venha seu texto, meu caro. Estamos esperando.

    Abração forte.

    P.S: O Mark prefere ficar com o documentário “Let It Be”. Ver o Harrison e o MacCartney trocando socos é pura diversão! rs.

  24. Comentário por cara de tatu — 31 31UTC maio 31UTC 2008 @ 20:32

    é dificio ne gente, quando alguem fala mau, de algo que a gente gosta ne, mais é assim temos q ouvir opiniões contrarias sé ñ vai ficar foda,eu gosto de cinderela baihana filme de carla peres,ñ vão falar mau em …..por q eu gosto…..

  25. Comentário por Breno — 31 31UTC maio 31UTC 2008 @ 23:52

    Cara de Tatu e Rachel, no fundo o Mark é um cara legal, ele adora Menudo. Tem todos os Lps e não sei o pôster de qual ele tem no quarto dele, deve ser do Richy. rs

    Realmente meus temas favorito são Cinema&Indústria e mise-en-scène, Mateus. Quem entender essas duas coisas, entenderá como nascem filmes como ‘Touro Indomável”, de Scorsese.

    Todo mundo em Belém na Maldita e eu aqui sozinho postato no Blog. Tomara que tenha caido um temporal e a greve dos ônibus tenha continuado em Belém, rs

  26. Comentário por Andressa — 1 01UTC junho 01UTC 2008 @ 1:42

    Não consegui assistir o Across na estação(devido a já comentada super lotação do publico).
    No entanto,fiquei mais instigada ainda em assistir depois dos elogios que ouvi de senhores de idade no Centur(aqueles que agente sempre vê por lá),aí pensei: Se até os amantes mais experientes do cinema gostaram, por que eu não?
    Acho que os senhores de lá gostaram talvez pelo sopro de juventude que filme proporciona ou pela saudade do “Sexo, drogas e rock n roll”…até eu queria ter vivido aquilo! Sem brincadeira!

    Cheguei a conclusão que Across The Universe é um filme bonitinho, pra adolescentes,roteiro clichê e pelo que li por aqui é contraditório também.
    Mas não vou negar que o filme me emocionou, obvio que sim, afinal de contas em qual banda o filme é inspirado mesmo?(Apesar de só ter explorado as musicas mais comerciais porém não menos importantes.)
    É…dentro do meu coração cinéfilo ainda há um romantismo, mesmo que seja piegas, do tipo All you need is love, coisa na qual ainda insisto em acreditar.

  27. Comentário por Andressa — 1 01UTC junho 01UTC 2008 @ 1:46

    Não aprecio muito musicais, fora os da era clássica de hollywood, hoje em dia por mim não vistos, porém sem nunca esquecer a maravilha que é Gene Kelly , Fred astaire, Ginger Rogers,Frank Sinatra(!) e por ai…

    Alias fica aqui a dica-pergunta pra APJCC vcs nunca pensaram em exibir esses musicais antigos?

    O Aerton sendo o formalista-machão que é com certeza não vai gostar da dica…

    Saludos!

  28. Comentário por Andressa — 1 01UTC junho 01UTC 2008 @ 1:58

    Desculpas desde já se tô tendo uma imagem muito durona de ti, mas tu és o que eu chamo de “cinéfilo de raíz”.
    Nem me pergunte se isso é bom ou ruim,se não fui clara, isso é bom sim senhor.
    Daqui a alguns anos(se duvidar até meses serei uma rabugenta tb)

    Mas tu deves gostar pelo menos de Cantando na Chuva, não?
    :)

  29. Comentário por ronaldo passarinho — 1 01UTC junho 01UTC 2008 @ 6:31

    A diretora de Across the Universe foi responsável pela pior adaptação de uma peça de Shakespeare, Titus Andronicus. Tá certo, a peça é ruim. Mas renderia um filmaço, ou a sério ou no deboche. Ela conseguiu não fazer nem uma coisa nem outra. Aquilo é um aborto de filme. Nem me arrisquei a ver o que ela fez com os Beatles. Dito isso, meu mano Mark, acho do caralho que o filme tenha sido exibido em Belém no circuito alternativo. Circuito alternativo é isso. Não é maldito. É para exibir filmes que não entram no circuito comercial, gostemos ou não deles. Até Tornatore é bem vindo (e A Desconhecida é um sub-De Palma, mas mesmo assim é um filmaço). E eu sei que sabes disso, mano, adoras sala cheia. Minha opinião é que o circuito alternativo “oficial” deve, sim, ser voltado ao público. E deve, sim, passar filmes que possam encher salas (o que talvez não seja o caso do filme do PTA). Beijoca.

  30. Comentário por Aerton Martins — 1 01UTC junho 01UTC 2008 @ 12:00

    Breno,
    Engraçadinho. O pôster que eu tenho é o do Rafael Ilha, do Polegar. rs.

    Cara Andressa,

    Se você soubesse o quanto o Mark já dançou, já chorou, já cantou, junto com os musicais da era clássica de Hollywood. Hollywood é minha terceira mãe, pois minha vó é a segunda. “Melodia da Broadway” é um de meus mimos. Só não vou falar de “Cantando Na Chuva”, pois esse todo mundo ama, inclusive o Mark rabugento. E é muita coincidência você ter tocado no assunto, Andressa, esses dias quase tive um ataque ao ver, nas lojas americanas, a obra “Meias de Seda”. Não sabia que tinha sido lançado em formato digital. Se a APJCC for exibir uma mostra de musicais, será com as obras menos conhecidas, para as pessoas conhecerem a diversidade deste grande gênero. Outra coisa, você não está errada em gostar de “Across The Universe”. O Mark apenas não gostou. Simples. Sinto um amor imenso ao ver “Footloose”, darei porrada em quem detesta a obra? Claro que não. A coisa caminha por aí. Pode espinafrar o Mark o quanto quiser. Estou aqui para receber elogios, socos, pontapés…

    Beijocas, menina. Apareça e apareça.

  31. Comentário por Aerton Martins — 1 01UTC junho 01UTC 2008 @ 12:02

    Bagana Passarinho,

    Onde você me viu dizendo que sou contrário a passar certos tipos de filmes no circuito “oficial” alternativo? Entendi que você está dizendo que o Mark está atacando essa linha de exibição. Se entendi errado, desde já peço desculpas. Como você mesmo diz. Posso falar com toda certeza, não há ninguém que fique mais triste que eu quando uma sala está vazia. Achei, também, do caralho, que o filme “Across the Universe” tenha sido exibido em Belém. Uma coisa é eu não gostar da obra. Mas celebrei, acho que como todo mundo, a vinda da obra para nossa cidade. Um exemplo, ontem perguntei ao Cauby se o “Across..” ainda estava dando gente, ele disse que sim, fiquei mais contente ainda quando ele disse que a obra iria continuar por mais uma semana. O Mark não vai meter a cara, mas quem não pôde ver, terá a oportunidade de assistir. O Mark joga com esse pilar, ‘oportunidadeÂ’ das pessoas assistirem as obras. Ontem fui ver “Falsa Loura”, na estréia, a primeira coisa que falei ao ver a sala vazia foi : “o cinema e o Carlos não merecem isso”. O Mark se entristece, e muito! Mano, vai pra p…

    Beijocas, pilantra.

  32. Comentário por Aerton Martins — 1 01UTC junho 01UTC 2008 @ 12:06

    Cara de Tatu,

    “Cinderela Baiana” é divertido. Ver a Carla Perez atuando é hilário. rs.
    Abraços.

  33. Comentário por ronaldo passarinho — 1 01UTC junho 01UTC 2008 @ 14:13

    E a maldita, mano? Como foi?

  34. Comentário por Rachel — 1 01UTC junho 01UTC 2008 @ 20:17

    Miguel, o que eu quis dizer é que muitas vezes em sua curta existencia a APJJC já se assemelha demais a APCC. Vide a ultima picuinha (ou se vc encontrar uma palavra melhor…) em torno do texto acerca do publico em Belem publicado no blog. Quem leu aquilo ali e tb os comentarios feitos pos alguns membros, percebe que tem gente ali que se acha mais do que os outros e isso em qualquer associação acaba causando mal-estar entre seus membros e em alguns casos, até divisões dentro do grupo. Mas vendo que isso ja foi um fato superado, é bola pra frente e continuem o bom trabalho. Meu medo, é que a APJCC acabe se tornando uma APCC da vida: ultrapassada, mediocre, sem graça… E tb como o chatonildo-mor, Ronaldo “Os Donos da Noite” Passarinho, que teve que frequentar uma mostra de cinema especializada para gostar de Robert Altman. Agora imagina, alguem que diz gostar de cinema e não gostar de Robert Altman… Ainda bem que aquele ditado “antes tarde do que nunca” ainda funciona pra ele… Beijos para todos vcs…

  35. Comentário por ronaldo passarinho — 1 01UTC junho 01UTC 2008 @ 22:32

    Talvez não gostemos dos mesmos filmes do Altman, Rachel. Eu continuo não gostando de muitos filmes dele e passei a gostar mais de uns e menos de outros. Mas não acho legal responder por aqui, não sou cuco para botar ovo no ninho dos outros. Beijoca.

  36. Comentário por Andressa — 2 02UTC junho 02UTC 2008 @ 3:13

    E Quem é diretor-unanimidade? Hitchcock? Welles? Fellini?Acho que nem eles…
    É dificil qdo alguem não engole e até critica algo ou alguem que tanto apreciamos.
    Não gosto do Antonioni, por exemplo.Sei que vão me detonar…mas…sei reconhecer o valor dele pro cinema, simplesmente os filmes dele não me acrescentam nada.

    Críticos de cinema..só vaidade…
    E a discussão tá boa.
    Saludos!

  37. Comentário por Miguel Haoni — 2 02UTC junho 02UTC 2008 @ 11:46

    Rachel: acredito que neste momento, um ataque à APCC soe inconsistente. eles estão num de seus melhores momentos em anos, o que frustou consideravelmente o ímpeto jacobino da APJCC. Mas sempre haverão cabeças pra cortar! A APJCC sustenta uma postura agressiva nos espaços de debate,nos fóruns mas na sala de exibição NÃO ESTRAGA A DIVERSÃO DE NINGUÉM. Acho que isso é o principal (e esse foi o tema da última ‘picuinha’ do blog da APJCC que no fim - apesar de eu ter apanhado - foi muito positivo)

    E eu acho que Across the Universe lotado é igual a Homem de Ferro lotado. Simplesmente não consigo compartilhar do entusiasmo do Mark e do Passarinho.
    Discordem.

  38. Comentário por Aerton Martins — 2 02UTC junho 02UTC 2008 @ 12:59

    Mano Adorno,
    A ‘maldita..’ foi positiva. Sessão histórica. Finalmente esse bloqueio que existia com filmes extremos foi derrubado. Abração.

    O que a APCC anda fazendo, Miguel? O Mark só não anda atacando porque está um tanto quanto cansado.

  39. Comentário por Miguel Haoni — 3 03UTC junho 03UTC 2008 @ 9:54

    Nem sei Mark…acho que nada mesmo.
    Os debates e cursos os quais eles estão participando são realizados por outros grupos como a UNAMA e o Centro de Cultura e Formação Cristã…
    Mas eu tenho fé de que as coisas vão mudar e eles vão voltar a trabalhar com o mesmo tesão dos velhos tempos.
    (hehehe…ai,ai)

  40. Comentário por Aerton Martins — 3 03UTC junho 03UTC 2008 @ 10:19

    Esse Miguel. Também tenho fé em muita coisa, mas….rs.
    Abraços.

  41. Comentário por Breno — 3 03UTC junho 03UTC 2008 @ 12:12

    Eu soube que o Pedro anda fazendo sessões beneficentes de “A Felicidade não se Compra”, tudo coordenado pela Luzia. rs

  42. Comentário por Aerton Martins — 3 03UTC junho 03UTC 2008 @ 13:30

    Depois dizem que o Mark é mau. Esse Breno. rs.

  43. Comentário por ADELSON JUNIOR — 18 18UTC junho 18UTC 2008 @ 15:41

    pô, aerton, esse across the universe é uma m****!
    ainda bem que eu não entrei no luxardo quando ele passou! eu fui pro trash back, saí e ia passar esse depois. só pelos teus comentários, esse across…poderia passar, facinho, na sessão trash do ano que vem! falei?

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